A Visão Prev utiliza cookies para acompanhar os acessos e o comportamento dos usuários no site, melhorar a experiência de navegação e, eventualmente, para fins publicitários. Ao seguir navegando, você concorda com a utilização desses dados. Caso prefira, consulte nossa política de privacidade, clicando aqui
Como falar de investimentos de um jeito simples, sem termos técnicos que acabam por distanciar as pessoas? Esse foi o desafio que a Visão Prev se impôs ao elaborar a série Descomplicando o Mundo dos Investimentos, veiculada em seu canal no YouTube.
A ideia foi partir das principais dúvidas dos participantes sobre o tema e desenvolver uma abordagem leve e acessível ao longo de cinco episódios. Nessa matéria, vamos mostrar um pouco do que você encontra no quarto deles que entrou no ar no dia 2 de abril e tem foco nos fundos de investimentos. Confira:
Por que falar de fundos de investimentos
“Os fundos de investimentos são uma ferramenta interessante para pessoas que não têm grande conhecimento ou tempo para fazer a gestão de seus recursos”, explica o criador da série Gustavo Silva, analista de Relacionamento da Visão Prev. “Eles agregam papéis de diferentes tipos de investimentos e contam com gestores especializados que buscam um retorno maior, conforme a composição e estratégia definidas para cada fundo.”
Maior diversidade
Um aspecto interessante é que, ao optar pelos fundos, o investidor está diversificando ainda mais seus investimentos, uma vez que os recursos são alocados em vários tipos de ativos, o que permite gerenciar os riscos, aproveitar melhor as oportunidades de mercado e buscar maior rentabilidade.
Os fundos de investimentos podem ser classificados em quatro tipos: Renda Fixa, Ações, Cambial e Multimercado. Os fundos de Renda Fixa, por exemplo, investem pelo menos 80% de seu patrimônio em ativos como títulos públicos ou privados.
O vídeo explica as características dessa modalidade que possui estratégias variadas, de acordo com as metas definidas pelos gestores, seja acompanhar um índice de referência (como o CDI) ou aplicar em diversas categorias, sem se concentrar em uma específica, como é o caso dos fundos multimercado. Entender as diferenças entre os fundos ajuda a definir aquele que melhor se ajusta ao objetivo e ao grau de risco que cada investidor considera adequado.
Como funciona
Quando você investe em um fundo, adquire cotas que representam sua participação proporcional no patrimônio total. Isso significa que todos os resultados do fundo são divididos, de forma também proporcional, entre os cotistas.
A tributação varia conforme o tipo de fundo. Nos de Renda Fixa, por exemplo, é usada a tabela regressiva sobre a rentabilidade, ou seja, quanto maior o prazo, menor o imposto cobrado. Nos de Ações, há incidência de imposto de 15% sobre o ganho de capital obtido (rentabilidade positiva).
Há ainda os chamados FICs, os Fundos de Investimentos em Cotas, que aplicam em outros fundos, o que possibilita diversificar ainda mais a composição das carteiras. Outro tipo que vem ganhando destaque são os Fundos Imobiliários que investem em empreendimentos físicos como shopping centers, galpões e escritórios ou em títulos relacionados ao setor imobiliário. Eles pagam dividendos mensais isentos de IR para pessoas físicas.
Um aspecto fundamental na hora de escolher é a liquidez: os fundos abertos permitem resgate a qualquer momento, enquanto os fechados só liberam o dinheiro em datas específicas. Ao investir, é importante consultar o prospecto do fundo e a lâmina de informações básicas que trazem detalhes como objetivo, política de investimento e custos associados (como taxa de administração ou de performance).
Que tal conferir o conteúdo completo desse episódio?
É só clicar aqui e assistir ao vídeo que foi feito para você!